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VitaPlena

Guarda compartilhada

Maria Helena Brito Izzo, terapeuta holística e escritora de livros

Quando um casal se separa, eles rompem muitos laços, porém os filhos continuam tendo, amando e precisando do pai e da mãe.


Por: Maria Helena Brito Izzo
Em: 02/10/2009

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Esses pais continuam com deveres em relação aos filhos e os filhos devem ser confiantes com a presença e a atuação deles em relação a sua educação, o seu amor, a sua compreensão, a sua intimidade e cumplicidade em todos os momentos da vida.

Houve um tempo em que os filhos ficavam sob a guarda da mãe ou do pai, e estes exerciam todos os poderes sobre a criança. Hoje existe o que chamamos de guarda compartilhada.

Maravilhoso, quando existe bom senso. Por que bom senso?

Pai e mãe vão atuar diretamente na vida dos filhos em igualdade de condições, porém visando sempre o bem dos filhos. Livre serão as visitas, as saídas, as viagens, os telefonemas desde que o diálogo pai e mãe seja coerente e de acordo.

Os adultos devem esquecer frustrações, fracassos, mágoas, desentendimentos que levaram a uma separação e serem educados, cordatos e, se possível, amigos, em beneficio dos filhos; mesmo assim os limites que a vida separada impõe devem ser respeitados – os pais devem dialogar sempre para que as opiniões em relação aos filhos e a condução não sejam divergentes.

*Maria Helena Brito Izzo, é terapeuta holística, escritora de livros como “Trocando Idéias†e “Alô o que foi?â€. É consultora e colaboradora de mídias, entre elas do programa “Trocando idéiasâ€, da rádio Bandeirantes e revista “Família Cristãâ€.

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