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Embalagens compostáveis são esperança sustentáveis

Filmes a base de celuloseque se decompõem em até seis meses, feitos de fontes renováveis garantem Planeta mais limpo.

Adriana Iász
Por: Adriana Iász
Em: 18/08/2009

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O plástico reciclável tem como base a celulose renovável, ou seja, a madeira oriunda de plantações gerenciadas.

       

Para serem certificados como biodegradáveis e compostáveis --reciclagem orgânica--, os materiais precisam ser submetidos a rigorosos testes feitos por laboratórios qualificados. É avaliado a capacidade de biodegradação do material e a certeza que, em grande quantidade, a decomposição natural não venha a ser comprometida com a inclusão do plástico feito a partir da celulose.

       

São quatro as formas de degeneração da matéria. A biodegradação, que implica na decomposição em no mínimo 90% da embalagem, em no máximo seis meses. A desintegração, aonde é testado a compostagem piloto para viabilizar a decomposição física do material. Os metais pesados também são estudados. E finalmente, a constatação se acontece o crescimento de plantas no local do plástico decomposto.

       

A biodegração, ou seja, a compostagem caseira implica em decomposição em temperaturas ambientes e em aquosos, que estão ligados a biodegradação de lixo doméstico, ou em cursos de água e ambientes de esgoto e lixo.

       

Estes tipos de embalagens podem ser utilizadas para embalar frutas e vegetais, podem servir de revestimento plástico de sacos de papéis para lixos úmidos, para balas e doces, como película em volta de caixas que exigem maior resistência a umidade e contaminação externa, para pães, tampas, alimentos que precisam ir ao microondas, e até fitas adesivas.

       

Luiz Carlos Scarcella, representante a Innova Films, uma das principais produtoras de filmes, afirma que o interesse pelo filme renovável a base de celulose vem aumentando no Brasil nos últimos quatro anos. “O preço ainda é um fator dificultador, porque as máquinas e tecnologia são muito arrojadas e caras”, revela.

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